Logótipo sem autorização
Alguns anúncios de reparação usam o logótipo de uma marca sem permissão.
PUBLICIDADE ENGANOSA
01 / 08A pesquisa
Procura um serviço técnico na sua zona e os primeiros resultados que vê são anúncios.
02 / 08A aparência
Mostra o logótipo de uma marca registada e a alegação «assistência autorizada» sem autorização do fabricante.
03 / 08O desequilíbrio
O serviço independente anuncia-se legalmente, mas a falsa aparência de autorização fica com os cliques e as chamadas.
04 / 08A lei
O direito à reparação apoia os serviços técnicos independentes, e o artigo 254.º do Código da Propriedade Industrial permite-lhes referir a marca para indicar o que reparam, desde que em conformidade com as normas e os usos honestos.
05 / 08A plataforma
As suas políticas proíbem sugerir uma afiliação inexistente com outra marca e usar logótipos alheios que causem confusão.
06 / 08A vigilância
Observamos as pesquisas por zona e conservamos o anúncio e a respetiva página de destino, com data, hora e localização.
07 / 08A denúncia
Entregamos ao Google Ads um processo com as evidências e as políticas infringidas, para que analise o anúncio.
08 / 08A remoção
Acompanhamos cada denúncia até à sua resolução e mantemos a vigilância para detetar reincidências. A remoção é decidida pela plataforma; o nosso trabalho é garantir que esta dispõe de todas as provas.
Concorra pelo seu trabalho. Não por uma falsa aparência.
EM POUCAS PALAVRAS
O seu serviço de reparação de eletrodomésticos apresenta-se como independente. Outro anunciante usa «serviço oficial» ou «autorizado» e logótipos de fabricantes sem comprovar essa ligação. Documentamos o anúncio e o destino para avaliar a possível confusão.
Alguns anúncios de reparação usam o logótipo de uma marca sem permissão.
Dizem ser «assistência autorizada» e não o são.
Assim conquistam clientes à custa das oficinas que cumprem a lei.
A lei permite reparar qualquer marca e referir o seu nome, mas não fazer-se passar por ela.
A VigiaLabs encontra estes anúncios, guarda as provas e denuncia-os ao Google Ads.
A Google decide se remove o anúncio.
A NOSSA ABORDAGEM
Evidências para defender o seu posicionamento e fundamentar uma análise pela plataforma.
Observamos as pesquisas por zona e conservamos o anúncio e a respetiva página de destino, com data, hora e localização.
Entregamos ao Google Ads um processo com as evidências e as políticas infringidas, para que analise o anúncio.
Acompanhamos cada denúncia até à sua resolução e mantemos a vigilância para detetar reincidências. A remoção é decidida pela plataforma; o nosso trabalho é garantir que esta dispõe de todas as provas.
Anunciantes
O direito à reparação apoia os serviços técnicos independentes, e o artigo 254.º do Código da Propriedade Industrial permite-lhes referir a marca para indicar o que reparam, desde que em conformidade com as normas e os usos honestos.
Políticas do Google AdsAs suas políticas proíbem sugerir uma afiliação inexistente com outra marca e usar logótipos alheios que causem confusão.
PERANTE A PLATAFORMA
A decisão de remover um anúncio cabe à plataforma. Um processo com evidências datadas e verificáveis deixa registo de que foi informada: o Regulamento dos Serviços Digitais obriga-a a tratar a notificação, a decidir com diligência e a comunicar a sua decisão e, se a ilegalidade for evidente e não atuar prontamente, pode perder a isenção de responsabilidade que a protege.
Nenhuma notificação garante a remoção. A isenção é avaliada anúncio a anúncio: o histórico não torna a plataforma responsável pelo que não lhe foi notificado, e a plataforma pode deixar de tratar as notificações de quem as envia sem fundamento.
Cada notificação identifica o anúncio pelo endereço exato, explica por que razão é ilegal e junta evidências datadas que um terceiro pode verificar. A plataforma pode apreciar o facto sem o investigar por conta própria.
A VigiaLabs conserva cada notificação enviada e cada decisão da plataforma, com as respetivas datas. Se o anúncio voltar a aparecer, é documentado de novo e acrescentado ao mesmo histórico.
O histórico demonstra o que a plataforma soube e desde quando. O regulamento exige-lhe que suspenda, após um aviso prévio, quem publica com frequência conteúdos manifestamente ilegais.
A decisão pode ser contestada junto da própria plataforma durante seis meses. Se esta não tratar as notificações com diligência, pode reclamar, por si ou através do seu consultor, junto da ANACOM, coordenador dos serviços digitais em Portugal.
GLOSSÁRIO
Cada caso é documentado com fontes e contexto. O âmbito é acordado por mercado; as referências desta página dizem respeito ao direito português.
PERGUNTAS FREQUENTES
Quem se anuncia como «assistência autorizada» sem o ser fica com cliques e chamadas que não lhe pertencem. Documentar esse anúncio e levá-lo à plataforma é a forma de voltar a competir em pé de igualdade.
Documentar o anúncio e denunciá-lo à plataforma de publicidade. As políticas do Google Ads proíbem sugerir uma afiliação inexistente com outra marca e usar logótipos alheios que causem confusão. A VigiaLabs observa as pesquisas da sua zona, conserva o anúncio e a respetiva página de destino, com data, hora e localização, e apresenta o processo à plataforma, para que esta o analise.
Sim. O artigo 254.º do Código da Propriedade Industrial permite usar uma marca alheia para indicar o que se repara, desde que em conformidade com as normas e os usos honestos, e o direito à reparação apoia os serviços técnicos independentes. O que a lei não permite é apresentar-se como assistência técnica autorizada sem o ser: o artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 57/2008 considera enganosa essa prática.
Sim. Um fabricante pode vigiar quem usa a sua marca e o seu logótipo nos anúncios; uma associação de reparadores, os anúncios que prejudicam os seus associados; e uma associação de consumidores, os que confundem o cliente sobre quem o atende. Em todos os casos, o resultado é um processo com as evidências de cada anúncio.
Cada processo reúne a captura do anúncio, a data e a hora, a zona da pesquisa e a página de destino, juntamente com as políticas infringidas. A VigiaLabs apresenta-o à plataforma de publicidade. Às autoridades, se for caso disso, pode recorrer por si ou através do seu consultor, com esse mesmo processo.
Não. A remoção é decidida pela plataforma. O nosso trabalho é garantir que esta dispõe de todas as provas: acompanhamos cada denúncia até à sua resolução e mantemos a vigilância para detetar reincidências.
A decisão cabe à plataforma, mas fica registada. A VigiaLabs conserva cada notificação, com as suas evidências datadas, e cada resposta recebida. O Regulamento dos Serviços Digitais obriga a plataforma a decidir com diligência e, se a ilegalidade for evidente e não atuar prontamente, pode perder a isenção de responsabilidade. Com esse histórico, pode reclamar, por si ou através do seu consultor, junto da própria plataforma ou da ANACOM.
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